☼ All One Now ☼

By giving and sharing the best of ourselves we´ll all rise up ☼"Quando souberes o que É Éterno saberás o que é recto"
(Tau-te-King, 16)


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

: . Mensagem Sacral Holística : . Lévinas, Jesus e Dalai Lama : .

http://www.cecl.com.pt/levinas/

Philosophia, o Amor pela Sabedoria; Religare, o reatar da ligação do Homem às Dimensões Sacrais, Ao Supremo- duas vias de alcance do Conhecimento muito mais imbricadas do que comummente se julga.
Só a semana passada tomei conhecimento da obra de Emmanuel Lévinas e apaixonei-me, perdidamente, pela sua ética da descentração, da sobreposição sublime da valorização do Outro sobre a empobrecedora auto-centração egotista, da superioridade da consciência e da auto-superação face à brutalidade instintiva e despótica do ego e das pulsões mais básicas que degradam o homem à sua animalidade, entre as quais a desvalorização, aniquilação e assimilação do Outro.
Lévinas é, para mim, uma ainda mera curiosa da sua obra, a expressão da possibilidade de coabitação pacífica e até simbiótica entre o Logos e a Fé (embora a Ética que propõe seja lógica e não religiosamente fundamentada). Esta salutar auto-superação pela descentração que prossegue a noção mais sublime de justiça quando supera a auto

-centração patológica, redimindo quem pratica o Perdão e a valorização e dignificação do Outro, actualiza uma profícua e elevada "resistência pacífica", que não passiva, transversal aos princípios basilares de todos os credos. Ética levinasiana cuja praxis é muito similar à dinâmica do "Ama o Próximo como a Ti Mesmo" e Dá-lhe "a Outra Face" de Jesus ou à do abandona Samsara e procura Atman e Brahman, anulando o teu ego até que alcances a Iluminação interior de Buda.
E Amar O Outro é Amá-lo na sua alteridade, daí que, para Jesus e outros Seres Iluminados, o verdadeiro desafio seja Amar quem põe em causa o nosso cosmos e não somente quem o confirma, pois quem o corrobora o que terá para nos ensinar?...Ética do respeito pela diversidade que se afirma como garantia de resistência a totalitarismos despóticos, demasiado adstritos à força degradante do ego, como a xenofobia, os fanatismos políticos e religiosos, os nacionalismos exacerbados, os bairrismos, os clubismos ou cultos acéfalos e vácuos de personalidades autocráticas, que mais não são do que a projecção narcísica dessa força destrutiva que corrói almas e devasta indivíduos e sociedades, por inerência.


Como diria Dalai Lama : .

“All major religious traditions carry basically the same message, that is love, compassion and forgiveness ... the important thing is they should be part of our daily lives.


PP (Pós-Postado ) :. escusado será dizer que a Conferência a que assisti ,hoje, no Institut Franco-Portugais , sobre Lévinas me fascinou...Eppur se muove!



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

:. a leitura perecível : . os novos Magister dixit : .

Leitura intertextual imprescindível : .

Deixai falar o pobre Saramago


"Deus não Joga aos Dados" afirmou Einstein referindo-se à Matemática Perfeição Original com que o Supremo Construiu o mundo que conhecemos e os que desconhecemos de todo.ou em parte. Os Livros Sagrados e os credos que Neles se suportam são, a meu ver, Expressões do mesmo fenómeno universal, interpretações consuetudinárias do Essencial. Verbos metafóricos que pretendem conduzir a humanidade à auto-superação pela sobreposição da Dimensão Sacral à terrena, não no sentido de não se desfrutar da vida, que é um Dom, uma Bênção dos Céus, mas no de a dignificar quotidianamente. Sim, porque, aparte as disparidades superficiais sempre perscrutadas por mentes básicas, totalmente direccionadas para a dimensão terrena do homem, por incapacidade própria de conceberem o Sublime, está a Mensagem Essencial, Profunda- Jesus, Buda, ou Krishna Apelam à auto-superação humana, à sobreposição da consciência ao instinto, ao ego despótico, enfim, à animalidade degradante, Pretendendo conduzir o homem a dimensões de consciência mais elevadas, pela desvalorização do invólucro perecível face à Centelha Divina que o habita.



Saramago, numa descarada campanha autopromocional de índole negativa (outros fazem-no quotidianamente, usando as mesmas estratégias, apenas modelando-as ao seu core business :) Madonna, Ozzy Osborne, Paris Hilton, Ana Malhoa, Maya, entre muitas outras vozes da cultura pop), lança os dardos à Bíblia (entenda-se Antigo Testamento). Já no passado desfrutara da rampa espectacularizante da proibição (e, nisto, Sousa Lara nem percebeu, na altura, o favor que prestou à Erva Daninha) de uma obra , a par de prémios tantas vezes injustos porque, não raro, sujeitos a politiquices de bastidores (sempre defendi que Agustina Bessa-Luís põe Saramago a um canto e mereceria, muito mais justamente, o Prémio Nobel, mas isso é um pormenor- o que interessa a sombra da luz do show business a mentes verdadeiramente esclarecidas e elevadas, a autênticos génios?), que se afirma, hoje, como a melhor forma de promoção numa cultura ávida de sucesso e de fenómenos disruptivos. Madonna, então, utiliza a estratégia como ninguém!!! O que falta a Saramago de pujança física sobra-lhe em esperteza saloia, daí que se deleite em manipular o 2 em um : associar o prestígio ao escândalo. E, nesta medida, Saramago é um Mensageiro da Morte, não da de Deus, Imune às declarações estéreis das suas criaturas, por mais exércitos acefálicos que constituam, mas da de si próprio.


Saramago, reinventa as suas acusações de algibeira numa época em que sabe que a sua "punição" se resumirá num aumento da venda dos seus livros, i.e., demonstrando superficial coragem à turba alienada que necessita do regime do Magister dixit para "afirmar" opinião de senso comum sobre tudo e mais alguma coisa, não detendo verdadeira consciência de si, quanto mais da Grandiosidade da Essência de tudo o que o rodeia e meneia o percurso vivencial.

Desprezo Saramago pela sua visível arrogância vivencial e má aura perscrutável à distância, para além de que, não o nego, a minha memória não esquece os saneamentos no DN no pós 25 de Abril (alguém de (com) carácter, alguém cuja eternidade da consciência se sobrepusesse à efemeridade do ego nunca o faria, nunca! Então e o direito à liberdade de expressão? E o direito dos trabalhadores? Eclipsou-se neste episódio desumano de índole staliniana!). E cada sua campanha auto-promocional desta índole só inflaciona a repugnância que a sua figura me estimula. Todavia, separando, devida e justamente, as simpatias pessoais das capacidades profissionais, reconheço-lhe, mérito- julgo o Memorial do Convento uma obra-prima- não obra-prima é uma hipérbole injusta, até porque a li muito novinha e o deslumbramento com o que julgava o desconhecido, hoje, só o reservo aos Eleitos- uma obra bem escrita, ainda que com a tal invenção da não pontuação como mais uma retórica do vazio! Mas já o Ensaio sobre a Cegueira me parece muito próximo da Peste de Camus, não se lhe equiparando de todo. Mas daí a considerá-lo um génio vai um grande passo- génio é quem pode e não quem quer. E desconfio sempre de génios muito sistémicos, muito integrados, muito fingidamente revolucionários quando desconhecem de todo o conceito...


E lembro-me, então, de literatos de autêntica coragem como Salman Rushdie e outros intelectuais de origem islâmica, entre os quais mulheres que fugiram da barbárie e viverão para todo o sempre sob "o manto diáfano "do medo real, que puseram a sua segurança vital e a dos que amam em causa pelos seus ideais e pela sua autêntica luta pela liberdade de expressão. Comparando-os com a Erva Daninha-Mor só pode resultar a seguinte conclusão : Autenticidade XXVIII /Artificialidade Malévola 0.


Como tal, e, contrariamente, ao que a turba alienada perscruta em opiniões que desfazem o carisma do Magister de pau oco, não são só os intermediários católicos que interpretam a Bíblia à luz de dogmas que se insurgem contra o que Saramago diz, qualquer outro crente mais ou menos filiado no particular ou focado no universal o dirá- esta pobre alma ou não entende patavina do que é uma linguagem metafórica ou, pior, subversivamente, como é próprio dos actuantes com a sua ideologia rubra, finge não o entender para dela, hipócrita e parasiticamente, extrair proveitos que lhe lustrem o ego que se vislumbra despótico, sem um pingo de humanidade e humildade vivenciais.

Images source : . http://scalaregia.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

Venha Umberto Eco, venha António Lobo Antunes (ALA), venha quem iluminado pela efémera fama, ainda que meritoriamente, vier defendê-lo, afirmo que a minha Scala é e sempre será verdadeiramente Regia, nunca me esquecerei que sobre todo este baile de máscaras mundano Está a Verdadeira e Eterna Consciência de Algo Sublime e Supremo que sempre Escapará a quem elege o seu umbigo como bússola vivencial, que lhe tolda a visão mais apurada- aquela que provém da alma e não dos perecíveis sentidos. Amen!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

: . de leitura imprescindível : . desmontando estereótipos redutores : .

: . Amigos digitais : .

Não raro, conhecemos pessoas durante anos e, num instante, a máscara que colaram à face cai e mostra o rosto disforme, sanguinolento, vil, verdadeiramente monstroso, que, hoje, sabemos connosco compartilhou memórias eternas com um sorriso vital nos lábios e um olhar de morte...Neste baile de máscaras, por vezes, damo-nos conta de que, tal qual uma cebola, vão caindo rodelas da ilusão no chão até que se chega ao núcleo- hélas!- e das duas uma : ) ou o âmago é puro ou é podre...

Durante anos, duvidei das relações de Amizade por via de uma interacção mediada pelo computador (das outras de outra índole não posso deter opinião fundamentada pela experiência própria, uma vez que nunca deixei alguém ultrapassar os limites blogoesféricos ou facebookianos em direcção à minha intimidade nuclear nem vislumbro que isso aconteça alguma vez, dado que desprezo a banalidade...)


Sem querer parecer pretenciosa, ciscunstância que abomino por se me revelar demasiado ridícula, os meus leitores mais ou menos assíduos, têm provado entender o foco da minha actividade regular e segmentada, neste espaço público paralelo. Neste universo tão rico tenho conhecido (sim, digo conhecido, pois apesar de muitas das pessoas não as conhecer de lado algum, nem haver sequer esse intento em mente de ambas as partes, algumas delas, mesmo em regime de anonimato, e principalmente nesse, que permite uma maior abertura ao mundo, sem os constrangimentos da(s) máscara(s9 mais ou menos ficcional (ais)), a alguns considero-os já como uma referência, como uma fonte diária de sabedoria em quem confio, como uma porta aberta a mundos que me são alheios porque de outrem (cada qual é um micro-universo dentro de outros universos), que me enriquecem, que põem em questão os meus dogmas, a minha forma peculiar de perscrutar a existência, que me elevam, intelectual e espiritualmente, com a sua presença ausente e virtual.
A estes que muito admiro e que me fidelizaram pela sua diversa autenticidade num mundo banalizado pela homogeneização acefalizante a minha homenagem sentida e o meu abraço virtual.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, mudam-se os meios, mas permanece o ser e a confiança em quem merece, pela perseverança e congruência vivencial demonstradas! Avé!

: . um livro a não perder II : . beware of the dark side of life : . shine on : .


A leitura desta obra arrepiou-me- constato que os perfis alcançados pelos especialistas quanto a estas figuras tétricas encontram na cultura portuguesa as condições ideais para a sua proliferação...O fulcro da questão é a desresponsabilização individual pelos actos e palavras próprios, pela culpabilização alheia, não raro, da vítima dos arremessos de quem, desesperadamente, procura a compensação da sua identidade diluída nas suas próprias frustrações, através da parasitagem energética. Esta desresponsabilização parasítica encontra numa cultura aonde a analfabetização espiritual quase generalizada cauciona dinâmicas ainda muito gregárias de socialização, expressas em autênticos flagelos humanos como a inveja e a maledicência gratuita, associadas à pequenez de horizontes, a discriminação da diversidade, etc...
Eppur non se muove! Protejamo-nos desta praga, por vezes, tão próxima de nós!

sábado, 17 de outubro de 2009

: . um livro a não perder : . beware of the dark side of life : . shine on : .

Vampiros emocionais, seres da sombra, que nos sugam a energia vital quotidianamente, nutrindo-se da nossa vitalidade e afastando-nos da Luz. Métodos e estratégias para os detectar e combater...Imperdível para quem encara a Luz como Caminho Sacral...

intertexto com uma das fábulas de Ésopo :.

Numa disputa sobre quem seria o mais forte, o Vento tentou provar a sua superioridade investindo contra a manta de um velho homem que por ali deambulava. No momento em que o Sol se refugiou atrás das nuvens, fortes rajadas fizeram-se sentir, mas a única reacção do mortal foi apertar a manta contra o seu perecível e tangível invólucro.


O Vento, então, desistiu de soprar. Era a vez do Sol provar o seu poder e este, simplesmente saiu por detrás das nuvens e iluminou o pobre velho, abençoando-o com os seus raios. De imediato, o calor do Astro Rei invadiu o homem , que despiu a manta. O Sol replicou, então, ao Vento que a Força do Bem, da Gentileza e da Amizade é sempre superior à da força bruta.

(adaptação de Isabel Metello )

Eppur se muove! Let the Games Continue for Enlightment to Rise within our Purest Hearts!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

: : Oeiras Premiada como Município de Excelência : :


Teresa Costa Macedo, Presidente do Instituto Fontes Pereira de Melo, entregou este galardão ao Presidente da CMO, Dr. Isaltino Morais, que o dedicou a toda a equipa de funcionários desta edilidade, cujos esforço e dedicação sinergéticos constituem o móbil do sucesso de projectos inovadores que garantem a extraordinária qualidade de vida desfrutada pelos munícipes deste eco-concelho.

Vide : : http://www.isaltino.net/Paginas/DetalheNoticia.aspx?NewsID=58

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

: : Oeiras e S.Julião da Barra na pole position da inovação: :


É com muito orgulho que constituo a lista de candidatura liderada pelo actual Presidente da Junta de Oeiras e S. Julião da Barra, Carlos Morgado, pelo IOMAF às eleições autárquicas de 2009...Oeiras, na pole position da inovação e do eco-desenvolvimento sustentado, por uma plataforma de sinergias meritocráticas que garantem a continuação do seu maximizado posicionamento como o concelho do país com melhor qualidade de vida per capita!